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quinta-feira, 29 de abril de 2010

Convivendo com Pragas e Doenças da Bananeira


O Nordeste é a maior região produtora de bananas do Brasil com 39% do total produzido. Além disso, o cultivo da bananeira é de considerável importância sócio-econômica para a região por ser fonte de renda principalmente para pequenos agricultores.
Em Sergipe, os problemas fitossanitários, principalmente relatos da ocorrência do Moko da bananeira em algumas localidades do Baixo São Francisco têm sido um entrave para o crescimento e manutenção das áreas de cultivo.
O Moko da bananeira é causado pela bactéria Ralstonia solanacearum raça 2, considerada uma praga quarentenária A2 com ocorrência nos Estados da região Norte com exceção do Acre e em Sergipe, no Nordeste.
Em Sergipe, os principais sintomas da doença observados nas bananeiras são: maturação desuniforme dos frutos no cacho e escurecimento interno do pseudocaule, engaço e frutos.
A disseminação da bactéria pode ocorrer de diferentes formas, dentre as quais se destacam o uso de ferramentas infectadas, contaminação de raiz para raiz ou do solo para a raiz e por insetos visitadores de inflorescências.
Em Sergipe a doença foi constatada no ano de 1987 e, ainda hoje aparecem focos esporádicos da doença coincidindo com o início das chuvas no Estado, geralmente por volta do mês de março.
O principio de controle do Moko é baseado na erradicação e em práticas quarentenárias que visam prevenir a entrada da bactéria em regiões isentas da doença. Observações da sintomatologia da doença em Sergipe parecem indicar que a transmissão da bactéria ocorre, provavelmente, pela visita de insetos às inflorescências uma vez que há um gradiente de severidade dos sintomas de cima para baixo nas plantas infectadas.
Devido a reincidência da doença, é possível que a bactéria permaneça na área associada a alguma planta hospedeira ou inseto transmissor. Existem mais de 234 espécies de plantas hospedeiras da R. solanacearum descritas na literatura, e a infecção nas mesmas pode ser latente ou sintomática.
Caso estas plantas estejam presentes nas áreas produtoras, serão potenciais fontes de inóculo da bactéria para a cultura de interesse econômico. Isolados da bactéria R. solanacearum raça 2 também têm habilidade de infectar e colonizar a bananeira sem causar sintomas, provavelmente pelos cultivos em locais com condições ambientais distintas.
Diante da importância do Moko para a bananicultura e do escasso conhecimento sobre da doença na região, estudos da população da bactéria e da epidemiologia da doença foram iniciados em 2009, pela Embrapa Tabuleiros Costeiros, juntamente com a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) e com o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA).
Ao final deste estudo espera-se obter dados sobre a epidemiologia da doença, fundamentais para o estabelecimento de um programa de erradicação do Moko da bananeira em Sergipe. O controle do Moko utilizando variedades resistentes seria a melhor estratégia a ser empregada, porém até o presente não existem cultivares comerciais resistentes a doença, razão que reforça a aplicação de outras práticas e estratégias de controle baseadas em diferentes investigações.

Fonte: Embrapa Tabuleiros Costeiros

Solo


Solo é um corpo de material inconsolidado, que recobre a superfície terrestre emersa, entre a litosfera e a atmosfera. Os solos são constituídos de proporções e tipos variáveis de minerais, gases, água e matéria orgânica.
É produto do intemperismo sobre um material de origem, cuja transformação se desenvolve em um determinado relevo, clima, bioma e ao longo de um tempo.
O solo, contudo, pode ser visto sobre diferentes ópticas. Para um engenheiro agrônomo, através da edafologia, solo é a camada na qual pode-se desenvolver vida vegetal. Para um engenheiro civil, sob o ponto de vista da mecânica dos solos, solo é um corpo passível de ser escavado, sendo utilizado dessa forma como suporte para construções ou material de construção.
Solos estão constantemente em desenvolvimento, nunca estando estáticos, por mais curto que seja o tempo considerado. Ou seja, desde a escala microscópia, diariamente, há alteração por organismos vivos no solo, da mesma forma que o clima, ao longo de milhares de anos, modifica o solo. Dessa forma, temos solos na maioria recentes, quase nunca ultrapassando idades Terciárias.
Geralmente, o solo é descrito como um corpo tridimensional, podendo ser, porém, ao se considerar o fator tempo, descrito como um sistema de quatro dimensões [1]: tempo, profundidade, largura e comprimento.
Um solo é o produto de uma ação combinada e concomitante de diversos fatores. A maior ou menor intensidade de algum fator pode ser determinante na criação de um ou outro solo. São comumente ditos como fatores da formação de solo [2]: clima, material de origem, organismos, tempo e relevo.

Fonte: Wikipédia

Uva e Vinho


Há diversos tipos de uvas com as quais os vinhos são produzidos. Ao lado do processo utilizado, são elas que definem as características do vinho. Confira as principais:

Cabernet Sauvignon
Responsável pelos grandes tintos de Bordeaux (França), sua terra natal, produz vinhos finos e encorpados. É combinada com outras uvas para amenizar seu bouquet extremamente marcante. A cor é bem escura e profunda.

Merlot
Uva de Bordeaux (França) com a qual se fazem os profundos e redondos Pomerol e Saint-Émilion. Quando vinificada sozinha - sem a utilização de outros tipos de uva -, produz vinhos macios, de boa estrutura, aromáticos e de grande elegância.

Pinot Noir
Única uva a compor os grandes Bourgognes tintos da Côte d'Or (França). É encontrada hoje em todas as regiões vinícolas do mundo, exceto em regiões mais quentes. Sua maior característica é o aroma adocicado e nível de tanino e pigmentação inferior a outras variedades de uva vegetais e minerais. Dá origem a vinhos frescos e elegantes.

Pinotage
Marca registrada da África do Sul, seu aroma característico exibe notas de amêndoas tostadas. Os melhores produtores conseguem elaborar vinhos de longa guarda de excelentes qualidades.

Chardonnay
Uva francesa da Bourgogne, é considerada a melhor para vinho branco fino. É mais ácida no paladar quando usada em Champagne ou no Loire e mais suculenta nos grandes Bourgognes, em que fermenta e amadurece em tonéis de carvalho. A colheita é uma hora crucial para a produção do vinho: ela deve ser colhida no momento certo, pois com o avanço do amadurecimento há a perda de acidez, que é característica necessária para a fabricação destes vinhos.

Gewürztraminer
Variação de uma uva chamada Traminer, ela é responsável por vinhos brancos de grande e intenso aroma, normalmente mais alcoólicos, produzidos na Alsace (França), em versões seca ou doce. Produz vinhos muito doces para acompanhar sobremesas.

Sauvignon Blanc
Uva branca utilizada para confeccionar o Sancerre, do Loire (França), e todos os Bordeaux brancos. Produz vinhos de melhor qualidade em climas frios. Facilmente reconhecida por notas.

Fonte: Fruticulturaverde

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Fertirrigação


A fertirrigação é uma técnica de adubação que utiliza a água de irrigação para levar nutrientes ao solo cultivado. Esta aplicação é feita através do sistema de irrigação mais conveniente à cultura, podendo-se utilizar técnicas como micro-irrigação (por gotejamento ou por micro-aspersão), aspersão (sob pivô central ou convencional), entre outras menos utilizadas. Pode-se aplicar fertilizantes comerciais diluidos em água de irrigação ou certos resíduos orgânicos líquidos, como a vinhaça e efluentes oriundos de alguns tipos de indústria alimentícia. A utilização de efluentes de qualquer natureza é passível de exigência tanto de licenças ambientais quanto de monitoramento ambiental periódico da área. O uso da fertirrigação pelo produtor, em grande parte dos casos, proporciona economia de fertilizantes e de mão-de-obra.
Usos: Na maior parte das vezes, a fertirrigação tem a finalidade de tão somente adubar o solo de uma maneira mais eficiênte, barata e com um grau de precisão maior do que outros métodos de adubação, através da diluição de fertilizantes comerciais (N, P, K) em água de irrigação. Porém, há no Brasil experiências muito bem sucedidas ultilizando-se resíduos industriais em culturas específicas. O que faz da fertirrigação, além de um método de adubação mais racional, uma técnica que permite a reabsorção dos nutrientes não aproveitados nos processos industriais, reduzindo muitas vezes a problemática do tratamento e disposição adequada dos efluentes. Por esse motivo, a fertirrigação pode ser aceita como técnica de tratamento de efluentes orgânicos por infiltração no solo. Tal técnica, desde que bem aplicada e acompanhada de profissionais qualificados, não traz malefícios ao meio ambiente, pelo contrário, estimula uma melhor ciclagem do nitrogênio, fósforo e potássio.

Fonte: Wikipédia

Pinha



Nome popular: anona; pinha; fruta-do-conde; ata; coração-de-boi; cabeça-de-negro; condessa
Nome científico: Annona sp
Família botânica: Annonaceae
Origem: Antilhas

Árvore de tamanho variável, podendo atingir até 7 m de altura de acordo com a espécie. Folhas rígidas, dispostas caracteristicamente intercaladas na posição horizontal ao longo dos ramos. Flores freqüentemente carnosas, de coloração esverdeada ou branco-amarelada. Florescem ao longo de todo o ano.
Globoso ou alongado que contém numerosas sementes presas a uma polpa branca, aquosa, mole, envolvida por uma casca de coloração amarelo-esverdeada, lisa ou recoberta por escamas carnosas. Frutificam durante quase todo o ano.
Propaga-se por sementes ou por garfagem. Prefere clima quente, porém com pouca chuva e estação seca bem definida. Começa a produzir 3 anos após o plantio.
A família das Anonáceas engloba uma grande variedade de frutos e. De maneira geral, as plantas dessa família caracterizam-se por apresentarem folhas simples, dispostas alternadamente em um mesmo plano, ao longo dos ramos e pela semelhança entre seus frutos.
Os frutos, muito conhecidos em todo o mundo e bastante apreciados, têm uma aparência rústica e caracterizam-se por apresentarem a forma de "pinhas" podem possuir formas alongadas ou então arredondadas, mas não perfeitamente; às vezes, dependendo da espécie, têm a forma de um coração. De tamanhos e pesos variadíssimos, podem ser como punhos fechados ou como bolas de rugby. São, por exemplo, a fruta-do-conde (Annona squamosa), a graviola (Annona muricata), o araticum-do-cerrado ou marolo (Annona crassiflora) e os outros muitos araticuns do Brasil.
Segundo Maria do Carmo C. Sanchotene, em língua guarani, araticum significa "fruto mole", que é como esses frutos de aparência áspera e rude ficam ao amadurecer, desmanchando-se facilmente.
Araticum é, também, de fato, a denominação mais comum para as variedades silvestres das Ananáceas por todo o continente americano que fala português. Na América espanhola, por sua vez, a denominação genérica e mais comum para esses frutos é anone ou anona.
A escritora colombiana Clara Inés Olaya oferece uma pista para a compreensão dos motivos que levaram a tais generalizações Segundo ela, os espanhóis teriam provado essas frutas pela primeira vez nas Ilhas do Caribe, assim que aportaram no Novo Mundo, uma vez que são nativas da região. Ali, teriam também rendido o nome anón, palavra da língua indígena taína usada para designar uma determinada variedade de fruta nativa e que, mais tarde, ficou conhecida como "ei manjor blanco de los españoles".
O anón descrito pelos navegantes do século XVI nasce em arvoretas, tem cor verde-escura, textura escamosa e verrugosa, e, quando maduro, ao contrário do que sua aparência pode fazer crer, abre-se em gomos facilmente, bastando, para isso, um leve aperto.
Aberta, a fruta oferece uma polpa suave e cremosa que se desmancha na boca, deixando um sabor bom e perfumado, além de várias pequenas sementes duras, lisas e brilhantes.
Esta descrição corresponde, precisamente, à da Annona squamosa que é, entre todas as Anonáceas, a mais conhecida e a mais facilmente encontrada nas feiras-livres e supermercados brasileiros, embora não seja variedade nativa do país.
De fato, a introdução desta fruta no Brasil tem datas históricas precisas: segundo Pio Corrêa, na Bahia corria o ano de 1626 quando o Conde de Miranda plantou a primeira árvore dessa variedade, e já era 1811 quando um-agrônomo francês introduziu-a no Rio de Janeiro, a pedido do Rei D.João VI. Estima-se, no entanto, que algumas variedades silvestres da fruta, originárias das Antilhas, deslocaram-se também até atingirem a região amazônica, transformando-se em espécies subespontâneas antes mesmo da chegada dos europeus.
Atualmente, no Brasil, em virtude de tantas andanças, o anón espanhol tem vários nomes em português: pode ser ata, no norte e no nordeste do país, no interior de São Paulo e em Minas Gerais; pode ser araticum, no Rio Grande do Sul; ou, então, I na Bahia, pode ser fruta-do-conde ou pinha.
Como ata, pinha ou fruta-do-conde, ela é, atualmente, cultivada por todo o país. De sabor delicioso e típico, a pinha é basicamente consumida in natura, mas sua polpa presta-se muito bem como ingrediente no preparo de refrescos e sucos.
Ainda no século XVI, à medida que os homens europeus foram conquistando as novas terras e que se embrenhavam no continente as novas terras e que se embrenhavam no continente americano, encontraram outras variedades de frutas similares. Muito parecidas entre si, segundo Clara Inés Olaya, essas frutas foram designadas pelos conquistadores pelo mesmo nome anón, sem se respeitarem nem reconhecerem as diferentes denominações que os povos indígenas lhes atribuíam. E possível imaginar que fatos semelhantes tenham ocorrido com vários dos araticuns brasileiros.
Entre todas as frutas conhecidas em nosso planeta, não há família mais complicada que a das Anonáceas, do ponto de vista das muitas variedades existentes, das semelhanças entre os frutos e das diferentes denominações populares que lhe foram atribuídas ao longo do tempo, na história.
O araticum-do-cerrado (Annona crassiflora) é mais um deles. Com esse nome ele é conhecido na região central do Brasil, nos cerrados que ele carrega no nome. Como marolo, é conhecido por todo o sul de Minas Gerais, onde é nativo e espontâneo nos enclaves de campos cerrados existentes na região.
Basicamente, com relação à qualidade da polpa, distinguem-se dois tipos de frutos assim denominados: o araticum de polpa rosada, mais doce e mais macio, e o de polpa amarelada, não muito macio e um pouco ácido. Em ambos os casos, o processo de obtenção da polpa, que pode ser congelada, é semelhante, sendo lento, manual e de pouco rendimento.
Com um ou outro nome, esse fruto de grande tamanho é bastante conhecido e consumido pelas populações locais, sendo comercializado nas feiras e, especialmente, nas beiras de estrada na época de sua frutificação.
Entre as frutas nativas brasileiras que não se transformaram em espécies cultivadas, o araticum-do-cerrado é uma das que apresenta o maior índice de aproveitamento culinário. Além do consumo in natura, são inúmeras as receitas de doces e bebidas que levam o sabor perfumado e forte de sua polpa, acrescida, muitas vezes, pelos sabores de outras frutas: batidas, licores, refrescos, bolachas, bolos, sorvetes, cremes, geléias, gelatinas, compotas, quindim, docinhos, doces-de-coco, doces-de-leite, etc.

Fonte: www.bibvirt.futuro.usp.br

Cinco frutas que ajudam a emagrecer


A ingestão de (no mínimo), três porções de frutas todos os dias. Suprindo as necessidades nutricionais do organismo sem exceder o consumo de calorias. A nutricionista Maria Cecília Corsi lista as frutas com a melhor combinação de qualidade de fibras, baixo teor calórico e potencial hídrico. Ajudará a pessoa a emagrecer e no controle do peso.

Maçã - Possui vitamina C e pectina, essas substâncias é importante para aujudar a regular os níveis de colesterol. Também é rica em fibras. Sendo suculenta o bastante para saciar a fome e possui somente 58 calorias a cada 100 gramas.

Banana - Possui carboidratos ajudando aquelas pessoas mais agitadas que gostam de malhar, vive correndo no trabalho, repondo a perda energética causada pelos exercícios. Ajuda a evitar caimbras. Doce e saborosa, essa fruta tropical rende uma deliciosa sobremesa quando grelhada ou assada no forno. Uma banana média possui 60 calorias, só não pode colocar caldas ou outros acompanhamentos, como: creme de leite, calda de açúcar e outros.

Manga – Possui muita Fibra. Recheada de vitamina C, pró-vitamina A, magnésio e zinco, a manga ajuda a manter o equilíbrio hídrico e pode facilmente substituir as bebidas isotônicas, contanto que você mantenha a ingestão regular de água.

Melão – Com apenas 25 calorias em cada porção de 100 gramas, o melão tem tantos nutrientes que é considerado um alimento funcional. Entre suas qualidades está o poder antioxidante. Combinado a uma colher de queijo cottage torna-se um excelente lanche pós-malhação

Abacate – Sim, ele está em nossa lista. Isso porque, segundo a nutricionista Cecília Corsi, essa fruta sempre vista com olhares suspeitos tem gorduras que ajudam a diminuir os níveis do colesterol ruim e ainda protege o coração, um dos grandes alvos do sobrepeso. Por ser calórica (100 gramas têm 162 calorias), o ideal é que a fruta seja consumida uma vez por semana

Existem outras opções na ajuda do controle e perda de peso, como: Emagreça com água e sumo de limão e Ração humana ajuda a emagrecer.

Fonte: Abril

Goiaba reduz colesterol e ajuda no emagrecimento


Seu aroma inconfundível faz com que seja facilmente identificada, seja na feira, no varejão, no supermercado ou mesmo na rua. Encontrada em qualquer época do ano, a goiaba é uma fruta muito saudável, saborosa e versátil. Pode ser consumida ao natural ou em sucos, doces e geléias.
Originária da América Central e do Sul, a fruta possui alto valor nutritivo, pois contém grande quantidade de vitamina A, B1, C, cálcio, fósforo, ferro e fibras solúveis.
Apresenta formatos diferentes, coloração da casca verde-amarela variável conforme a maturação do fruto. A cor da polpa também varia, podendo ser branca, rosada ou vermelha e interior preenchido por sementes.

PROPRIEDADES MEDICINAIS

A goiaba é um fruto de alto benefício ao organismo, pois além de não conter muito açúcar, gordura e calorias, auxilia no combate a infecções e hemorragias. Também fortifica os ossos, os dentes e o músculo cardíaco, melhora a cicatrização e o aspecto da pele, retardando o envelhecimento, regula o aparelho digestivo, o sistema nervoso e dá maior resistência física. Porém, deve ser evitada por pessoas que tenham o aparelho digestivo delicado ou apresentam intestino preso.
A espécie de polpa vermelha é benéfica na redução do colesterol e da pressão sangüínea. Isso acontece porque a fruta é rica em licopeno e em fibras solúveis. Este tipo de fibra possui a capacidade de se ligar aos ácidos biliares interferindo na absorção de gorduras. Ingerir um pedaço de goiaba vermelha por dia pode reduzir consideravelmente os níveis de pressão arterial, do colesterol e triglicérides.
Achou a goiaba demais? Pois além de todas essas vantagens, a fruta ainda possui baixas calorias. Uma unidade com 100 gramas, por exemplo, tem pelo menos 57 calorias. Até o famoso Romeu & Julieta é uma opção de sobremesa mais light. A clássica combinação de goiabada (30 gramas) com uma fatia de 25 gramas de queijo prato soma apenas 171 calorias.

Data Edição: 31/10/08
Fonte: O Liberal - Saúde